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Shinai na Caveira

Quem é melhor?

Esse post é, teoricamente, rápido, apenas para fazer com que pensemos um pouco sobre um ponto interessante:

Esse carinha aqui é o Ryu!

Ryu

Ele é um personagem fictício, mas bem conhecido por aí, deve servir bem para ilustrar o que vamos conversar aqui. Ryu treinou muito e até participou de alguns campeonatos mundiais. Ele tem um colega de dojo, que, assim como ele, treinou bastante e também participou desses mesmos campeonatos, o nome dele é Ken!

Ken

Ambos treinaram juntos por um bom tempo e apesar de virem de culturas diferentes, se tornaram amigos. Por treinarem a mesma arte marcial, no mesmo dojo, podemos supor que ambos tenham se enfrentado várias vezes, tanto em treinos quanto em campeonatos e isso nos traz a seguinte pergunta:

Quem é melhor, Ken ou Ryu?

Poderíamos responder essa pergunta analisando a série de combates e verificando a quem pertence a maioria das vitórias, aquele que ganhou mais é o melhor! Mas podemos afirmar que Ken é melhor ou que Ryu é melhor tomando como base apenas alguns encontros? Melhor ainda, quando alguém “ganha” um combate, ele é melhor que o oponente vencido?

Digamos que nossos personagens fictícios tenham se enfrentado no último campeonato e que Ryu tenha saído vitorioso, podemos afirmar que Ryu é melhor que Ken? Ou seria mais sensato dizer que Ryu estava melhor preparado no último combate com o Ken? Digamos que na noite anterior à disputa Ken tenha se encontrado Edomondo, outro amigo de longa data, porém, que ele não via a muito tempo e que eles haviam combinado de tomar “uma cervejinha” pra relembrar histórias do passado. O encontro resultou em um Ken ressacado e com reflexos mais lentos que o normal, pra enfrentar Ryu, que é bem disciplinado e teve uma boa noite de sono antecedendo o combate dos dois.

Ryu ainda é melhor que Ken? Ou Estava melhor fisicamente no momento do combate?

No encontro seguinte, Ken teria ido ao local do campeonato sem maiores preocupações e tendo treinado forte nos últimos três meses anteriores à luta, já que sabia que iria encontrar e lutar com seu grande amigo Ryu, porém, este tem passado os últimos seis meses num perrengue grande com seu sensei, que tem estado doente, e o irmão do sensei, que com o diagnostico da doença passou a frequentar mais vezes o dojo, o que tem causado muita confusão com outros praticantes, levando até alguns a pararem de treinar. Nos últimos seis meses Ryu mal tem treinado, pois, tem resolvido todos os conflitos que apareceram com a doença do seu sensei e com o irmão maligno voltando a frequentar o dojo. Nesse encontro, temos um Ryu cansado contra um Ken bem preparado e o resultado é o contrário do último embate, tendo Ken como vitorioso.

Agora Ken é melhor que Ryu?

É importante termos em mente que quando duas pessoas se enfrentam, o vitorioso não é obrigatoriamente melhor que o oponente, da mesma forma, o oponente derrotado não é pior que seu colega. Podemos também extrapolar a linha de raciocínio e chegar a pergunta, se eu ganhei esse ou aquele campeonato eu sou bom? Ou estava melhor preparado que meus oponentes?

Conceitos como bom, ruim, melhor e pior são relativos, fulano é bom nisso, aquele ali é melhor que fulano, esse outro é pior que fulano e já essa aqui do teu lado é ruim! Seria correto rotular dessa forma sabendo que estamos tomando como base momentos tão efêmeros na carreira do praticante?

Ganhando ou perdendo em um combate ou campeonato sempre temos oportunidades para aprender algo mais e é importante manter esse estado mental de que, devemos sempre nos aprimorar, manter pensamentos como “Sou bom” ou “Sou o melhor do meu dojo” podem fazer com que o praticante não esteja aberto a aprender mais ou ate mesmo continuar treinando com afinco.


PS. Realmente é complicado falar “Nooossa, você viu a luta de ontem? Ken estava muito bem, dava pra notar que vinha treinando com mais afinco que o Ryu e que seu desempenho durante a luta foi bem superior” e creio que seja normal resumir com “Noooossa, você viu a luta de ontem? Ken é muito melhor que Ryu”. O importante mesmo nem é o que falamos, mas como agimos e o que temos em mente.

🙂

Shinai na Caveira – Episodio 05 – Dia dos Namorados

Então pessoas,

Após pensar bastante sobre o assunto, estamos publicando o episodio especial de Dia dos Namorados, também conhecido como “Amor, vamo ali gravar um podcast, você pode reclamar do Kendo!”, os casais que participaram foram:

  • Marcio & Nilda
  • Hugo & Josely
  • Agnes & Bruna
  • Tiago & Bruna
  • Luiz Thiago & Rubia
  • Rafael & Jodan

ps. Todo mundo continuou amigo após o episodio!

Streaming e Download disponível nas três plataformas de sempre:

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Músicas usadas no episódio:

  • Abertura: Ulfuls – Samurai Soul
  • Fundo musical: White Gold: The Very Best of Barry White
  • Encerramento: The Blue Hearts – Linda Linda

Shinai na Caveira – Episódio 04b – Equipamentos (Parte 02)

Olá pessoal,

Sejam bem vindos a mais um episódio do Shinai na Caveira, um podcast sobre kendo e conforme prometido estamos disponibilizando a segunda parte do episódio sobre equipamentos, nessa edição estiveram presentes:

  • Luiz Thiago
  • Rafael Oliveira
  • Tiago Lucena
  • Marcio Medeiros
  • Eduardo Kadosh

Temos também a participação dos seguintes convidados:

  • Agnes Pauli
  • Hugo Andrade
  • Iedo Junior

Essa é a segunda parte do episódio, como a duração ficou longa, achamos mais apropriado divulgar em duas partes. Dessa vez abordamos bogu, hakama e dogi.

Streaming e Download disponível em:

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Músicas usadas no episódio:

Aventuras no Treino de Jodan #01

Essa é a primeira semana que escrevo especificamente sobre meu treino de Jodan no Kamae. Como já expliquei no texto anterior não sou especialista, longe disso, procuro mais informações a respeito do treino de Jodan e qualquer sugestão de quem pratica será muito importante para mim como praticante ativo e dentro das minhas condições, de imediato, vou incorporá-lo nos meus treinos e nos relatos das semanas.

Essa semana treinei pouco tempo, por volta de uma hora e meia, por causa de um compromisso, mas o treino como sempre foi proveitoso e o mais intenso possível. Depois do aquecimento o treino prosseguiu na sequência:

  1. SUBURI: 30 de cada tipo com as duas mãos.
  2. KIRIKAESHI: 1 rodade de ikkai / 1 rodada de nikai / 1 rodada de kirikaeshi nikai com apenas um taiatari / 1 rodada de kirikaeshi ikkai com um fôlego só, todos somente com a mão esquerda / 1 rodada de kirikaehi Do normal.
  3. KIHON WASA: 1 rodada de 4 Mens grandes passando / 4 Kotes, saindo de jodan no kamae e acertando somente com a esquerda.
  4. 1 rodada de Kakarikeiko

Observações Importantes

  1. Eu golpeio sayumen no kirikaeshi só com a mão esquerda mas meus companheiros de treino não recebem o golpe normalmente, eles seguram a shinai na horizontal com as duas mãos. Como ainda não tenho força suficiente para golpear com firmeza peço que eles defendam desse jeito.
  2. No kirikaeshi uso okuri-ashi invertido.

Perspectivas Futuras

  1. Receber e aprender a reagir a Tsuki em Jodan no Kamae
  2. Treinar uma maior variedade de wasa.

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Aventuras no treino de Jodan no Kamae

Após participar de uma conversa do grupo Shinai na Caveira, sobre “onde e como buscar informações sobre kendo”, procurei mais informes acerca de Jodan no Kamae, que atualmente é meu objeto de estudo. Encontrei alguns sites e blogs, porém um deles me chamou mais atenção, o  Jodan-sae Kendo. Neste blog conta-se as aventuras de“treinos” de um praticante no aprendizado do Jodan no Kamae. Achei a ideia muito interessante, visto que também me aventuro no aprendizado do Jodan e como faço parte de um blog muito bom sobre kendo, foi aí que pensei: “porque não escrever como estou aprendendo Jodan”?

Na Paraíba, que eu saiba, ninguém além de mim e um kohai, praticam o Jodan no Kamae. É uma luta diária continuar a prática sem a instrução de um sensei que conhece profundamente esse Kamae. Sendo assim, o uso do Google-sensei e principalmente do Youtube-sensei se tornou fundamental no meu aprendizado. É claro que meu sensei também está ligado diretamente no meu melhor aprendizado me passando informações importantíssimas sobre conceitos que se aplicam a todos os kamaes, por isso, mesmo não sendo um conhecedor profundo do Jodan no Kamae é indispensável sua presença e sua instrução para que eu continue a evoluir no kendo.

Descobri o Jodan no Kamae ao assistir vídeos de lutas dos campeonatos mundiais da seleção japonesa, em um desses vi um japonês a partir do Jodan acertar um Do-uchi, aquilo me deixou maravilhado, até então nunca tinha reparado em Jodan mas naquele momento comecei a buscar por mais vídeos de Jodan até finalmente encontrar Chiba-sensei, nessa época eu era ikkyu.

2

Queria muito treinar Jodan e fui falar com meu sensei sobre isso, para minha frustração ele não permitiu, mas descobri que um senpai que não estava mais treinando no dojo praticava Jodan. Por um lado, fiquei decepcionado, por outro compreendia que meu sensei sabia mais que eu e como ele aconselhou continuei treinando em chudan. Em casa continuava a assistir vídeos, comecei também a treinar sozinho de vez em quando. Só procurava informações de Jodan em vídeos, principalmente lutas de campeonato e não buscava as informações teóricas sobre o Kamae. Antes de fazer o exame de Shodan já começava a procurar e ler algumas coisas, dentre elas li um artigo onde Chiba-sensei recomendava a prática de Jodan no kamae somente a partir de nidan, embora algumas pessoas começassem o treino em Shodan. Na ilusão de que já sabia alguma coisa de Jodan pelos treinos que fazia sozinho em casa, perturbei meu sensei vários treinos e talvez ele tenha visto meu empenho (eu gosto de pensar assim), até que ele disse que se eu passasse no exame começaria a treinar Jodan. Passei no exame e no treino seguinte esperei as instruções, mas nada aconteceu, fui falar com o sensei, ele me disse que eu deveria manter meus treinos no dojo com chudan e em casa fazer alguns exercícios de Jodan. Fiquei irritado e parei de treinar em casa. Algum tempo depois lendo mais sobre o assunto descobri que sem um bom chudan não existe Jodan. Algum tempo antes do exame de Nidan, minha atual graduação, voltei a treinar em casa, e gradualmente o Jodan foi ganhando mais espaço nos meus treinos no dojo, inclusive nos keikos.

Passei no exame de Nidan e hoje tenho permissão para treinar somente Jodan no dojo, ainda não fiz essa transição de chudan para Jodan completamente e na verdade acho que ela nem é possível, chudan é a base e sem ela não se vai para frente no kendo.

Estudar sozinho o Jodan no Kamae sempre foi difícil e ainda é, mas a cada dia a informação está mais disponível para quem busca. A minha intenção aqui é escrever sobre meus treinos e estimular mais praticantes de Jodan no Kamae. Mas não se iluda, o caminho do Jodan não é fácil, por isso muitas e muitas vezes você vai querer desistir, sem falar nos tsukis, então vamos começar as aventuras de treinar Jodan no Kamae.

 

Senhores e senhoras,

Atendendo aos pedidos que recebemos, estamos agora disponibilizando o conteúdo  do nosso blog através de um feed! Além dos gerados automaticamente pelo WordPress.com também oferecemos o do FeedBurner

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Shinai na Caveira – Episódio 04 – Equipamentos (Parte 01)

Olá pessoal,

Sejam bem vindos a mais um episódio do Shinai na Caveira, um podcast sobre kendo. Estamos reunidos para uma nova conversa, dessa vez o assunto será os equipamentos que nós usamos e os participantes dessa edição são:

  • Luiz Thiago
  • Rafael Oliveira
  • Tiago Lucena
  • Marcio Medeiros
  • Eduardo Kadosh

Temos também a participação dos seguintes convidados:

  • Agnes Pauli
  • Hugo Andrade
  • Iedo Junior

Essa é a primeira parte do episódio, como a duração ficou grande liberaremos o próximo episódio com a segunda parte. Dessa vez abordamos shinais e bokutos, no próximo falamos de bogu, hakama e dogi.

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Comentados no podcast:

Tabela de shinais:

Tabela - Tamanho de shinai

 

Nota: Houve uma confusão e as alterações nas passagens de avião comentadas no podcast não afetam vôos domesticos, apenas internacionais.

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Músicas usadas no episódio:

Kendo, amizades e mokuso

Kendo é bem complexo, não só por conta do treino, filosofia ou intensidade em si, mas também por sua natureza como arte marcial, então, seria interessante falar um pouco sobre isso.

Arte Marcial

Certa vez perguntei à Márcio Sensei sobre uma arte marcial qualquer, nesse momento não lembro qual, a indagação foi se a atividade em questão era ou não uma arte marcial e a resposta do sensei me “abriu horizontes” já que eu nunca havia pensado na questão. Ele me disse que seria sim uma arte marcial, já que a origem do termo viria de Marte, o deus romano, seu equivalente grego é Ares, que seria o responsável pelas artes militares (Guerra, em outras palavras) e que hoje em dia o termo abrange os estilos de combate como um todo, sejam eles ocidentais ou orientais.

O kendo é uma arte marcial tendo sua essência na prática da espada japonesa, o que nos leva à uma preparação para o combate. Isso incide em algumas implicações, como técnicas e intensidades usadas durantes os treinos com o objetivo de preparar o kenshi, física e mentalmente, para duelos. Apesar de usarmos shinais e bokutos nos treinos, bogu como proteção e os duelos contarem com uma série de regras e supervisão de juízes, a base do treinamento continua e é necessário manter um corpo e mente compatíveis com a pressão na qual os competidores irão se submeter.

Kendo vs Tempo

Já que praticamos uma arte marcial ao praticar Kendo, é importante termos em mente a ideia de que estamos estudando e exercitando técnicas de combate, pois uma postura séria é necessária durante os treinos para conseguir absorver o máximo possível e evoluir cada vez mais a medida que treinamos. O que nos leva a quantidade de tempo que gastamos com os treinos, por exemplo, com treinos de entre 1,5 ~ 2 horas, 3 vezes por semana, gastamos facilmente 5 horas por semana e 20 horas por mês praticando basicamente com os mesmos colegas e se levarmos em conta alguns anos de treino, temos um bom período de tempo reunidos com os colegas do dojo para os treinos.

Amizades e Inimizades

Com todos esses encontros e o passar do tempo, é comum que alguns laços sejam criados entre colegas, levando pessoas à se conhecer durante os treinos, se tornar amigos e até mesmo que iniciar namoros. Inclusive, podemos acreditar ser possível fortalecer laços que já existiam antes do Kendo com essa atividade adicional.

Eis que deixo a pergunta:

Você já fez amizades no Kendo?

Não apenas amizades por conta dos treinos, mas passar a ter uma convivência mesmo fora do dojo. Você já teve?

E durante os treinos, você já teve ou presenciou algum desentendimento entre dois colegas praticantes? Eventualmente, um senpai  pode tentar forçar um pouco mais um treino, algum golpe bater fora ou acontecer qualquer outro motivo que possa levar ao desentendimento e esses problemas podem acabar sendo levados para fora do dojo. O caminho inverso também é possível, desacordos que já existam podem afetar relações dentro do dojo, afinal, somos todos humanos e passíveis de errar.

Mokuso

Com toda a dedicação de tempo necessária, prática exaustiva e os laços criados pelos que escolheram adotar esse “estilo de vida” é normal que sejam criadas preferências de colegas com quem é melhor praticar, porém, um ponto importante deve ser observado, onde todos os praticantes devem ser tratados de forma igual, sem preferências ou mesmo favorecimentos em torno de uma pessoa ou outra.

Mas, como lidar com amizades, namoros ou desentendimentos que possam existir entre praticantes?

Devemos praticar o mokuso ao iniciar e terminar uma sessão de treino. O mokuso está presente em várias outras artes marciais de origem japonesa e se refere á uma contemplação silenciosa, uma meditação que estão conectadas ao Zen-Budismo, mas não serão abordadas nesse artigo.

Nosso objetivo aqui é mostrar uma forma de esvaziar a mente de tudo que tem acontecido conosco no dia-a-dia, deixando de lado aborrecimentos e preferências que possam ter ocorrido em outros momentos de nossa vida particular ou até mesmo no trabalho e que possam interferir em nossa dedicação ao Kendo. Podemos atingir essa questão através do mokuso que realizamos no início de cada treino. De forma similar podemos realizar o mokuso ao término dos treinos para deixar de lado qualquer possível atrito ou emoção exacerbada que possa ter surgindo durante o próprio treino e nos conectar novamente com as atividades do dia-a-dia, fazendo com que o que aconteceu ao treino, não venha interferir nas suas atividades rotineiras.

De forma geral, usamos as sessões de mokuso para nos apaziguar e de forma criteriosa, aprender a lidar com nossos sentimentos do modo mais adequado possível, para que sejamos corretos com nossos colegas de treino e fazer com que nossas mentes estejam focadas durante os treinos, é um momento de fazer uma transição, limpar a mente para o que vem a seguir. Essa mesma meditação deve ser feita ao termino de um treino para que seja “desligado” o modo guerreiro, onde você possa deixar de lado qualquer conflito que possa ter ocorrido durante os momentos que antecederam essa nova fase de contemplação silenciosa e estar preparado para retomar suas rotinas. Também é possível refletir sobre o treino que acabou.

Nota:

Essas são reflexões pessoais do autor, podem não estar de acordo com as de outros praticantes.

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